sábado, 8 de julho de 2017

Ajuda Humanitária ou Abrigo ao Terrorismo?

Há alguns dias atrás, um soldado da PM mostrou dois "refugiados" angolanos andando de moto dentro da Feira Livre de uma cidade, e com boa quantidade de droga. Por sorte o PM estava no local e fez a abordagem. Vários angolanos e haitianos, além de outras pessoas de outras nacionalidades estão sendo recebidos de braços abertos no Brasil. Um outro cidadão filmou, em Brasília, algumas pessoas vestidas como muçulmanos, fazendo baderna na Esplanada dos Ministérios. Já se tem notícias de que terroristas de países do Oriente Médio, têm base de apoio no Paraguai. A situação das pessoas expulsas dos seus países é dramática. Vários Países inclusive o Brasil, aceitam esses reais refugiados. O grande risco é a infiltração de terroristas nas comitivas de exilados. Vão criado células disfarçadas de religião e a tendência é se estabelecerem em definitivo num país, aproveitando as novas leis de Imigração que flexibilizam e facilitam a entrada e estada de necessitados de exílio. Até em Países onde a democracia é absolutamente consolidada, onde o cidadão tem orgulho do modelo político que o rege, a situação está se complicando. A Suécia, por exemplo, conhecida pela sua fantástica qualidade de vida e decência na administração da coisa pública, sensível aos problemas enfrentados por populações do Sudão do Sul, Haiti, Síria etc., resolveu mudar a lei de imigração para facilitar a entrada dessas pessoas. Sabem o que está acontecendo? Em Estocolmo, sua capital, existiam 51 "No go area", ou "área proibida". Nessas áreas, verdadeiros guetos, não entra nada: caminhões de entrega, veículos "delivery" que entregam refeições, compras em geral, etc., e pasmem, nem a Polícia! Quando uma viatura da Polícia ou Bombeiros entra numa dessas "áreas proibidas", para demonstrarem força, seus habitantes, na sua imensa maioria muçulmanos, depredam e ateiam fogo nos veículos, além de matarem os policiais. Só que essas 51 "No go area" cresceram e muito. Agora são quase 70! Houve quem pedisse uma intervenção militar. O grande problema que a população de Estocolmo enfrenta é a firme decisão do Parlamento em manter a Lei de Imigração do jeito que está. Enquanto isso a cidade vai se transformando em quetos com assassinos impondo seu regime na base da truculência. Por estarem de pés e mãos atados, militares suecos estão dando baixa ou, quem tem tempo, aposentando-se aos montes. Cientistas políticos dão conta que o Exército Sueco é de longe insuficiente para combater os "bandidos exilados"! E apontam para uma intervenção militar externa. É uma afronta sem tamanho! Como pode alguém abrir as portas da sua casa para lhe receber de braços e peito abertos e depois você querer, além de lhe expulsar da sua própria casa, ditar as suas próprias regras? Essa onde de "acolhimento aos necessitados" pode ser uma faca de dois gumes perigosamente afiados. Até porque não está escrito na cara de ninguém "Eu sou terrorista"! A jornalista Cláudia Walin, que escreveu o livro "Um País sem Excelência e Mordomias", dando conta da austeridade política da Suécia, escreve semanalmente arquivos sobre aquele País, sob o título de "Cartas da Suécia". Vou aguardar as suas próximas "cartas" para ver o que ela tem a nos dizer. Lamentável e preocupante!

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