sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

"Me libera Nêga"!!

Quando a hipocrisia predomina!!
Vivemos numa época “virada de ponta cabeça” como dizem alguns amigos meus paranaenses. O certo perdeu espaço para o totalmente errado, o bom virou o grande vilão, a decência está sendo estuprada diuturnamente em todos os segmentos da sociedade, os imbecis, cretinos e aproveitadores passam por cima dos conceitos de decência e dignidade, qual rolos compressores ladeira abaixo. É o retrato de uma sociedade absolutamente falida, justamente por permitir tão passivamente as mudanças, para pior, que lhe impuseram, sem o mínimo questionamento. E tudo começou com a balela do “resgate de uma dívida histórica dos governos..., blá, blá, blá”!! Na verdade, o que alguns queriam e conseguiram, era que a hipocrisia e a exploração do Ser Humano pelo ser humano se tornasse regra. Criaram-se as cotas nas Universidades com a desculpa de permitir o acesso dos “mais necessitados” ao Ensino Superior. Criaram o Sisu e o Fies, também para possibilitar ao aluno carente o recebimento de bolsa de estudo total ou parcial e o financiamento pelos bancos públicos e privados, dos seus estudos. Muito bonito e “justo”! Mas, por que os alunos carentes têm de pagar 50% (Cinquenta por cento) dos seus estudos ou financiar, não raro, com a humilhação de pedir para alguém avalizar seu empréstimo junto aos bancos? A resposta é simples: porque as Universidades públicas estão reservadas para os mais abastados! Todos sabemos que o vestibular das Universidades Federais é mais rigoroso e o ensino em si, também. A qualidade, apesar da atual doutrinação de esquerda, ainda vale a pena, quando tem aula! E quem pode, com os horários e Campus incertos, cursar alguma área? Certamente que o trabalhador não tem chance. A Ufba, por exemplo, tem três ou quatro Campus e no mesmo dia você pode ter aulas em locais e turnos diferentes. Aí, apenas os “filhinhos de papai” podem frequentar. Sem contar que esses “mauricinhos” se dão ao luxo de ficar de um a dois anos num cursinho e, não raro, logram êxito de aprovação na primeira tentativa. E quem ocupa as cadeiras das Federais? E o pior: o estudante carente, quando recebe uma bolsa ou financiamento, cai, não raro, em ratoeiras com o disfarce de “Faculdade”, credenciada pelo MEC. Mas o mais grave é que o MEC sabe das centenas de “Facul” funcionando a pleno vapor, sem a devida autorização. Quando resolvem agir, o estudante está se graduando mas não tem o reconhecimento do seu diploma. Desses programas do Governo Federal o único que merece respeito é o ENEM, apesar das falcatruas. Aliás, não seria “Governo” se essas se fizessem ausentes. Vemos hoje o pior momento das Universidades públicas: abandono e descaso totais, evasão de grandes pesquisadores e a degeneração nos corpos Docente e Discente. Professores (na maioria) e alunos idem, que vão para lá levantar bandeiras esquerdopatas, feministas (busguesas) fazendo xixi e cocô, peladas em sala de aula, muita droga e patifaria. Pra isso servem as nossas outrora respeitadas Universidades Federais. Não vou entrar no mérito da questão, mas se tem Feminismo, e acho que deve ter sim porque a mulher sempre foi explorada, deve ser no sentido de amparar e brigar com decência pelos seus direitos. Aí terá, o movimento, meu respeito e adesão, por entender que estão absolutamente certas. Mas de reivindicação justa a esculhambação de si próprias por si próprias, é uma piada de mau gosto, convenhamos! Um Juiz idiota do Rio de Janeiro, a pedido do movimento (avesso) feminista também do Rio, proibiu as tão tradicionais e deliciosas Marchinhas de Carnaval com conteúdo “homofóbico” e de cunho “racista”! “Olha a cabeleira do Zezé..., será que ele é? Será que ele é”? E outras que as “feministas” entendem como sendo “racistas”! E o estrupício de toga aceitou o argumento! Agora, qual a “música” que estourou pelo Brasil e até o Daniel Alves, da Seleção Brasileira de Futebol, canta? Melhor ainda: o famoso Cantor, Compisitor e intelectual Caetano Veloso fez questão de ser padrinho do autor! Pois é: estou falando da música composta por MC Beijinho, que diz o seguinte:

Eu tenho tudo aqui do mundo, nega
Que eu queria ter
Só não fico todo o tempo do mundo
Perto de você
Ô me libera nega, deixa eu te amar
Me libera nega, novinha vou te sentir
Me libera nega, vem pro Olodum
Eu vou te dar um beijo, depois vou te dar mais um
Mais um, mais um
Eu vou te dar um beijo
Depois vou te dar mais um

O engraçado é que os responsáveis pelo movimento da Consciência Negra, feministas zarolhas e outras anomalias que existem por ai, não se indignaram com a “ofensa escancarada” à mulher afrodescendente, da periferia e pobre!! Pelo contrário: o Carnaval 2017 aplaude de pé essa demonstração de “racismo puro”, que é perpetrada por um afrodescendente! (Não ouso dizer “negro”)!! A pior merda que deixamos criar asas no Brasil foram os partidos de esquerda e o tal “politicamente correto”! Esse último aleijão tornou a nossa sociedade podre e fez crescer o número de hipócritas, defensores dos “menos favorecidos”, quando estes são diuturnamente explorados por picaretas da mesma cor e do mesmo sexo!! Vou pensar duas vezes antes de chegar para a namorada e pedir: “Nêga, me dá um beijo? Depois vou te dar mais um”!! Vou nada. Vai que...! Né?
Bom Carnaval a todos sem as Marchinhas, mas com muita, mas muita hipocrisia mesmo!!


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