domingo, 29 de novembro de 2015

O convite que me honrou!

Ontem, sábado, foi celebrada uma missa na Igreja do Bonfim, em memória de Gides Ribeiro de Souza, nosso querido "Baiano da Ambulância" e de sua mãe, D. Celcidina. "Baiano" completava um ano de falecimento e D. Celcidina, um mês. Como a missa era também uma homenagem a essas duas pessoas maravilhosas, a família veio se reunir com os amigos para o evento. E eu fui convidado pelo seu irmão e Músico Siro Leal, para tocarmos juntos na Missa. O Siro levou o violão e eu levei a velha e querida viola. Ensaiamos Ave Maria e lá fomos nós. Reencontrei quase todos os irmãos, faltou o Fred, mas matei a saudade da minha querida Professora de Português, Dinah Leal! Puxa!! Pareci um colegial na hora que a vi! Trocamos um abraço e me emocionei mesmo. Ela que sempre me incentivou a escrever porque descobriu, quando estávamos no Ginásio, que eu conseguia me expressar melhor através da escrita. Foi muito bacana rever em fração de segundos aquele filme de tantos anos na sala de aula. Perfeito! Como perfeita ela está. Certamente que ainda vai levar muita Sabedoria a muitas pessoas, se não como Professora, deve ter-se aposentado merecidamente, talvez como Revisora de textos ou outra atividade afim. Que Deus continue iluminando-a por todo o Sempre! Recebi abraços de Lia, minha querida e contemporânea amiga, da Célia que, por ser a caçulinha, não participou das nossas muitas folias nas Praças da Bandeira e J. J. Seabra, sempre com o velho e bom violão. Pude abraçar meu outro amigo de infância Stênio, parceiro de um bocado de "mal feitos" nos nossos tempos bons de Mairi. Muita saudade mesmo. A Professora Iraci Pacheco fez uma homenagem muito linda a "Baiano", descrevendo seu altruísmo e a sua imensa capacidade de conseguir vagas nos hospitais para os pacientes que por ele eram transportados. Vezes e vezes abria mão do sono para voltar urgente para Salvador ou Feira de Santana, com mais um necessitado de socorro. Falou também da sua importância como músico na banda Os Ingênuos, que tanto alegrou a turma da época da Jovem Guarda, juntamente com Gilson, Luis de "Sêo" Nem, Israelito, Zé Pinto e outros. Falou também da mãe de D. Celcidina que além de outras qualidades, ainda tocava acordeom. Foi uma missa festiva, guardadas as lembranças saudosas. Eu, como "irmão de Baiano" - todo undo me perguntava isso e passei a responder "sim"-, participei dessa homenagem linda. Senti-me muitíssimo honrado não só pelos convites mas pelo fato de ter, efetivamente, participado de momento tão íntimo. Peço a Deus permissão para que os Irmãos de Luz os encaminhem em direção à Luz Divina e que possam, com suas bondades e dedicação, inspirar-nos a todos aqui na Terra para que trilhemos o caminho da tolerância e benevolência, tão bem trilhados pelos queridos "Baiano da Ambulância" e sua mãe, D. Celcidina. Como ponto alto das homenagens, destaco um pedido da Professora Iraci Pacheco para que, ao final da sua fala, tocássemos "Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones"! Tocamos e foi lindo! Beijo a todos.

Um "Altas Horas" que valeu!!!

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O "Velhinho" continua um show!



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A Bela e bem humorada Pausini!
Finalmente, posso dizer que não perdi minha noite de sábado, no que se refere à televisão aberta! Por pura falta de opção e de sono, assisti ao Altas Horas. Pela primeira vez o programa do chato Serginho Groisman esteve perfeito: os convidados musicais Fábio Júnior e Laura Pausini deram um show!
Primeiro, a Laura se mostrou absolutamente descontraída e brincou muito com o público e o Serginho. Falaram da sua primeira aparição na Tv brasileira, no programa da Hebe Camargo e o Altas Horas mostrou um sem número de clips das muitas vezes que a cantora italiana veio ao programa. Cada vez foi um divertimento só! Numa dessas vezes, também foi a estréia da Sexóloga Laura "não sei das quantas" (kkkk), até hoje no programa e também estava a "doida" da Ivete Sangalo. Já dá pra ter ideia do que saiu! Foi muito legal! Na platéia de ontem, havia um rapaz que fora abandonado, quando criança, num orfanato. Quando o Serginho o chamou, apareceu um rapaz negro, de porte elegante e voz marcante, exatamente como o Emílio Santiago. Contou que uma família americana, no Brasil, trouxe ao orfanato uma coleção de mais de trinta LPs desde Milton Nascimento e Caetano Veloso a outros grandes nomes da música americana. Ele disse que ouvia e ouvia essa coletânea, por pura falta de outra atividade na casa de acolhimento. Partiu daí o gosto pela música. Aos 17 anos virou "lanterninha" de um cinema mas, por causa da sua voz extremamente grave, foi convidado para fazer a propaganda da "pipoca", vendida na entrada. Foi sucesso. Disse ter se tornado cantor e mandou, com a banda do programa, Palco, de Gilberto Gil, de forma brilhante. Enquanto o rapaz contava sua história, as câmeras mostravam em flashes a Laura Pausini chorando. No final, o rapaz recebeu um abraço demorado da cantora. O Fábio Júnior, convidado especial do programa, deu um show, como sempre: excelente banda e o repertório escolhido com esmero. Ao ser pedido pra cantar Pai, seu primeiro grande sucesso, no final de sua apresentação ele atendeu ao pedido insistente do Groisman e, antes de cantar, contou o motivo que o fez escrever aquela música, Foi uma barra o que ele enfrentou quando jovem, por causa da má convivência dos seus pais. Ele contou que era uma barra pesada mesmo. E isso o fez sair de casa e morar sozinho. Chorou, claro, porque essas histórias sempre mexem muito com quem as vive. A Laura Pausini cantou com o Fábio Júnior "Alma Gêmea", ponto máximo para sua capacidade de improvisar, visto que ela não sabia a letra, justamente pelo seu vocabulário reduzido do nosso idioma. No final, perguntando o que era "laranja" (a música fala da "metade da laranja..."), depois que ela entendeu, riu e disse que colocaria o nome da fruta numa  próxima canção sua, como homenagem ao Fábio. Quando dei fé, acabou o programa. Foi muito bom, realmente! 

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

A "viuvez" política de Mairi!!

Estava vendo o blog do companheiro Agmar Rios e vi uma postagem do Vereador Alan, enumerando um rosário de problemas enfrentados pelo município, por culpa pura e simples do "plagiador de gestões", Raimundo Dentista. Que bom que o nobre vereador está atento e é bom de cobrança. É assim que tem de ser: está errado? Cobrança! Mas parece que o vereador Alan acredita que brasileiro é estúpido demais, que não tem memória, esquece tudo muito rápido, etc. Não é bem assim. Só pra lembrar ao vereador que no post falou que falta remédio nos postos, ele deve saber que o partido dele, que para apoiar Dilma nas pedaladas e segurar o processo de Impeachment, agiu como uma estonteante prostituta, vendendo-se por 5 (cinco) Ministérios, inclusive o da Saúde, responsável pelos repasses aos estados e municípios para aplicarem na nessa área. A própria presidente foi quem cortou alguns bilhões da Saúde e Educação. O vereador, por acreditar que em Mairi ele pode fazer como faz em Aroeira, tratando-nos como um "curral", acha que não buscamos informações ou que aceitamos a pieguice praticada na Câmara de Vereadores, pra mim, se vereador fosse, um motivo de vergonha! Nada se produz naquela Casa a não ser alguns discursos inflamados de alguns vereadores, não raro xingando uns aos outros, inclusive com vergonhosas palavras. Nossa Câmara de Vereadores, Sr. Alan, chamada de "Casa do Povo", não tem a dignidade de uma choupana ao pé da serra! Seria bom se todos os Gestores fossem auditados ao final de cada ano financeiro. Certamente, "malfeitos" como os que fizeram o ex gestor ficar inelegível não aconteceriam tão amiúde. Ser investigado não é ser condenado, como presume o seu post. Aguarde o desfecho pelo menos. Jogar o cidadão que lhe deu um voto contra outros é perverso e desonesto. Certamente que o Senhor, pela índole que tem, não faz parte do grupo dos desonestos. Mas comentários com insinuações de evidências não comprovadas, soam como tal. A Avenida ACM está toda esburacada. Também acho uma vergonha que aquele problema não tenha sido solucionado! Mas V. Excia. se esquece que aquela erosão junto à sede do Mairi Junior's aconteceu na gestão do Sr. Antonio Capeta. Talvez o senhor não se lembre, claro, é uma pessoa muito ocupada, mas foi Capeta quem pediu ajuda a Geddel quando aqui esteve, e a resposta, segundo alguns dos seus próprios correligionários que estiveram com o Ministro naquele dia, foi uma piadinha  do próprio Geddel, batizando a erosão como sendo "o buraco de Capeta", ao que todos, bajuladamente, sorriram e aplaudiram. Essa conversa não foi no palanque. Foi em "off"! Enquanto vocês, hoje oposição, não tiverem um diálogo sério e sem o sentimento de viuvez que parece ter tomado conta dos peemedebistas de Mairi, não cresceremos, não nos desenvolveremos. Pegue como exemplo, Baixa Grande, hoje com um posto do INSS, que poderia estar em Mairi! Alás, seu partido é tão progressista que Waldir Pires ofereceu o posto do INSS que hoje está em Mundo Novo, a 17ª Diretoria Regional de Saúde - Dires, também em Mundo Novo, o Batalhão da Polícia Militar que hoje está em Itaberaba, e os caciques do PMDB de Mairi, capitaneados pelo Sr. Eufrázio Brás dos Santos e Deraldo Cedraz, dispensaram as ofertas, sob a alegação de que Mairi não precisava de nada disso não! O senhor tem conhecimento disso? Tenha as suas pretensões políticas, faça valer suas ideias, mostre sobretudo COMO FAZER, mas não fique do conforto da sua poltrona cobrando uma coisa que você não conseguiu e não está conseguindo pagar. Volto a repetir: ou vocês deixam de lado essa fórmula rançosa de administrar, dizendo agora que Raimundo Dentista utiliza a fórmula carlista, numa postura de eternos viúvos porque o cara saiu do PMDB ou seus bisnetos crescerão vendo essa mesma ladainha ordinária de toda sexta-feira na Câmara de Vereadores de Mairi, pra mim, uma casa de espetáculos de péssimo gosto. Pense nisso.
Um abraço.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Golpistas em Mairi!

Não faltava mais nada!! Agora, até as cidades pequenas como Mairi viraram alvo dos bandidos para aplicarem os mais variados golpes. Hoje, segundo relatos, os Professores da rede municipal foram os principais alvos da bandidagem. O golpe consistia no seguinte: uma mulher teria ligado para a Secretaria Municipal de Educação e, passando-se por funcionária do MEC, conseguiu os telefones dos Professores. Aí cabe uma pergunta: se aconteceu realmente assim, a Secretaria Municipal de Educação precisa, no mínimo ficar mais esperta. Sem sequer confirmar a veracidade da ligação, passou os telefones celulares, de USO PARTICULAR, portanto, para estranhos. A informação que nos chegou é que todos os Professores passaram a receber a ligação do "MEC", dando conta de que seriam obrigados(??) a fazer um curso e que o Governo Federal pagaria o equivalente a 60% do mesmo, sendo os 40% restantes, pagos imediatamente pelos Professores. A tal funcionária do MEC tinha até uma conta onde os depósitos dos 40% que cabiam aos Professores (R$179,00) deveriam ser feitos de imediato. O número do telefone que aparecia nos aparelhos dos nossos profissionais da educação, era o mesmo, com código de área 18. Segundo informações, alguns sugeriram chamar a polícia mas outros acharam melhor não acionar a força policial porque "chamaria muito a atenção"! Uma pergunta: se centenas de funcionários públicos de uma cidade estão sendo vítimas de um golpe aplicado por bandidos, por que não acionar imediatamente a polícia? Qual o problema de a viatura chegar na Secretaria para orientar as possíveis vítimas que já entravam, algumas, em desespero? Se assim foi, não entendi. Outro detalhe tolo mas de suma importância: será que nenhum Professor ou Secretário sabe que a sede do MEC é em Brasília e que o código de área é 61? Se não sabem, é imperioso que voltem à Secretaria e estudem o organograma do Ministério da Educação e Cultura. Por dedução, o DDD 18 é por certo, interior de São Paulo! Francamente!!

domingo, 8 de novembro de 2015

Meu Time teve mais um desfalque!!




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Estamos todos de luto!


"Meu Deus!! Como farei pra enfrentar o time adversário se sofri vários desfalques? Quem substituirá esses grandes jogadores para as próximas partidas"? Assim deve se perguntar um técnico de futebol, quando um ou mais jogadores estão machucados, impossibilitados de jogar. Assim também é como me sinto, frente às baixas que meu querido "time" de 1972 vem sofrendo: esse não foi um simples time; foi O TIME!! Em 1972, o time da 4ª Série Ginasial (hoje 8ª Série), era uma verdadeira seleção: todos tinham o mesmo pensamento, em relação ao grupo. Poderíamos ser chamados de Mosqueteiros, porque era um por todos e todos por um. E não adiantava minha querida e saudosa Professora Arlete mandar um grupo escrever 300 vezes "não devo sair sem consentimento do professor", porque o restante também sacrificaria o almoço pra ficar com os "rebeldes" e também escrever a tal frase. Éramos por demais unidos. Quase sempre rolava uma seresta e a folia era grande. "Bullying" naquela época? qual nada! Isso é coisa do ensino desqualificado, omisso e ordinário exigido hoje pelos governantes que precisam que a população seja doutrinada ou, mais exatamente, amestrada, escondendo seus  (dos governantes) interesses escusos no amparo legal do famigerado Estatuto da Criança e do Adolescente. Já vimos o "grande" resultado da pseudo proteção às crianças e adolescentes, quando uma criança de nove ou dez anos destrói por completo uma escola, como aquele caso do moleque do Rio de Janeiro. Os professores e a Direção daquela escola agiram corretamente: deixaram a criança à vontade porque se a seguram, seriam acusados de "maus tratos a indefeso"! Aí o tal Conselho Tutelar apareceria de peito estufado e, certamente, tomaria as dores da criança. No tempo do meu time não! D Iracy mandava e a gente obedecia imediatamente. E foi assim por todo o Curso Primário e o Ginásio. Éramos meio encapetados mas desrespeito a um Professor, Diretor ou servidor da escola? Nunca!! Éramos às vezes punidos porque éramos, afinal, adolescentes. Rebeldes por natureza. Cada um tinha um apelido: eu era "Bode Russo", Judson era "Dui Lasquinha", Lului era "Perna de Beca", Regivaldo Trindade era "Rege Cavalo", e assim por diante. Ademário Carvalho, hoje blogueiro Dedé Mairi era Dedé "Cabeleira". Ninguém ficou traumatizado com os apelidos, até porque a gente aproveitava para fazer folia dentro da sala com os alcuhas. Ninguém quebrou escola, ninguém jogou cadeira no rosto de professor, ninguém ficou traumatizado; portanto, essa história de "bullying" só veio piorar a vida da molecada. Na nossa época, se alguém nos colocava um apelido sacana e a gente reclamava com nossos pais, a orientação era simples: "quando você ver ele, chame ele pelo seu apelido várias vezes. Ou então faça de conta que não é com você. Eles logo logo vão esquecer"! E funcionava: quando me chamaram de "Bode russo" pela primeira vez, fiquei uma arara. Depois minha mãe me disse: "Deixa de ser besta! Chame todos eles de bode russo também, ora"!! E o apelido não ia pra frente. Custo a acreditar que meu time perdeu craques como Maria dos Anjos, Luiz de Alício e agora Renivaldo! É triste porque Lului e Gildeci sempre falam de fazermos um encontro da turma de 72. Pelo visto, é bom que adiantemos o passo. Nosso "time" precisa fazer outros belos gols, mas estamos sofrendo constantes baixas. Daqui a pouco não teremos mais titulares! Dá medo. Quanto a meu amigo Renivaldo, que Deus permita que os Irmãos de Luz o conduzam em direção à sagrada Luz Divina e que também dê alento aos seus familiares.