sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Só no Brasil mesmo!!!

Estava vendo o noticiário na tv hoje à noite e me deparei com uma situação ridícula, esdrúxula, humilhante, espoliadora e outros adjetivos que deixam a gente com toda raiva do mundo. A máfia da tal "vistoria veicular" está dando o que falar. Terceirizam os serviços e roubam o cidadão descaradamente. Em São Paulo a tal vistoria está suspensa porque a tal empresa responsável pelo (des)serviço, está sob suspeita de irregularidades. Grande novidade nesse País de ladrões!! A grande covardia  é que quem deveria ser punido com rigor, não é. Principalmente o primeiro falsário, o Governo Federal, com sua gasolina "batizada"! A moça levou o carro novo (sete meses de uso), revisões em dia e... Tchan tchan tchan tchan!!! Recebeu multa da tal "vistoria veicular" de R$-450,00 (quatrocentos e cinquenta reais)! Moral da história: a gasolina oficial é por demais "batizada" e, quando chega à maioria dos postos, recebe uma espécie "crisma" ou "segunda comunhão", com o perdão da Santa Igreja Católica. Logo, quem deveria pagar esse preço seria o próprio Governo Federal e os donos de postos salafrários. Mas no Brasil da promiscuidade partidária, o consumidor "vida de gado" é quem sempre paga a roubalheira. E pelo visto, nada vai mudar e os salafrários continuarão a voar com "céu de brigadeiro" por muitos e mutos anos ainda. Fazer o quê?




quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A Magia do Equilíbrio!!!

                                                    E-QUI-LÍ-BRIO - Palavrinha mágica!!

A indiscutível coragem do acrobata!!

A magia do equilíbrio na leveza e graça dos movimentos!!

Coisas simples do nosso dia a dia às vezes passam desapercebidas. Estava andando hoje de motocicleta e, de repente, me veio a vontade de conjecturar sobre Equilíbrio! E "equilíbrio" em todos os sentidos: desde o equilíbrio emocional, tão importante na hora de decisões idem, ao simples equilíbrio de ficar em pé numa perna só ou andar de moto ou bicicleta! Essa certamente é uma das partes do cérebro mais iteressantes: reparem nas apresentações dos dançarinos em  "Patins no Gelo", "Esquiar na Neve", saltar de motos e bicicletas de alturas que só de olhar dá frio na barriga, andar em pernas de pau altíssimas como os bons e velhos palhaços de antigamente, "corda bamba", meu Deus!! É algo muito interessante. O ser humano certamente é uma máquina perfeita. Mas, como toda regra ou "máquina" tem suas exceções, vi recentemente um lance de "falta de equilíbrio", por assim dizer. Foi num consultório de proctologista onde também ia me consultar mas, graças ao trânsito caótico de Salvador cheguei atrasado para a "tar" cosulta. Do consultório ouvíamos gritos de um paciente  e quando a porta se abriu e o médico, de luva branca e tudo, chamou "o próximo", o sujeito que estava à minha frente deu um salto da cadeira e saiu correndo em disparada. Não sei qual foi a reação do médico e das atendentes porque, sinceramente, colei no vácuo do "corredor". É..., às vezes se perde o equilibrio. Afinal, somos falíveis. (ainda bem!!)

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Esse "cabra" tem futuro?



Romance na terceira idade
Na semana passada estava entrando num banco para ver se tinha restado algum trocado, até o dia da "viúva" (INSS) fazer o depósito. Foi quando uma linda garota de uns quarenta anos, minissaia, entrou na fila dos caixas, imediatamente saí da fila dos idosos e também entrei na mesma fila.
Em pouco tempo ela olhou para trás e sorrindo disse:
- Porque o senhor não utiliza a fila dos idosos?
Você sabe para que lugar eu tive vontade de mandá-la, não é?
Porém, mantive a calma e usei toda minha experiência. Puxei papo e resolvi inventar, para impressionar. Falei das minhas "experiências como comandante de navio de cruzeiro" Semana passada havia lido um livro sobre um comandante de navio de turismo. Sabia tudo a respeito.
- Uau! O senhor foi comandante de transatlântico?
- Só por vinte e dois anos.
- Respondi expressando uma certa indiferença pelos anos de trabalho, mas sentindo que tinha capturado a presa, era só abater e comer.
- Nossa!!!! E com essa sua pinta o senhor deveria, certamente, agradar muito o público feminino, nas noites de jantar com o comandante.
Boquiaberto só pude responder:
- Hã? - distraído que estava de olho fixo no decote da jovem, que exibia, exuberantemente, seus lindos seios.
Ela me pegou no flagra. Eu sem graça, e ela não fez por menos!
- O senhor ficou vermelho! Ficou até mais bonito. Aliás, o senhor deveria fazer um teste na televisão.
Eu estava perplexo e apavorado, depois dos sessenta, isto acontece uma só vez antes da morte. Aquele avião pronto para decolar e eu sem condições nem mesmo de efetuar o check in. Sim, não sabia ao certo quanto teria na conta corrente...
Quanto estaria custando um Viagra?
... Onde poderia arrumar duzentão, até o dia do depósito da "viúva"?
... Quanto estariam cobrando um apê no motel?
Será que se chamar um táxi pega bem? Comecei a suar frio.
- Eu, artista de televisão?
- Sim! O senhor lembra aquele famoso galã dos anos cinqüenta, que minha avó me mostrou na revista "Rainha do Rádio". Ela tem verdadeira paixão por essas revistas. Adorava Marlene, Emilinha Borba... Deus nos livre de alguém mexer nas suas revistas. Ela guarda a sete chaves, com o maior carinho. O senhor é saudosista também?
- Sim! Mas, você ta me gozando. Galã dos anos cinqüenta?
- Verdade... Não me lembro bem o nome, só sei que ele fazia filmes para o cinema, era muito famoso. Ma.. Mário, não era. Era alguma coisa como... Ah sim, tinha dois “Z” no nome.
- Mário Gomezz (apelei)?
- Não, não era este o nome.  Ahhh lembrei... Mazzaropi? Isto Mazzaropi! Mazzaropi era um galã, não era?
Nesta hora minha auto-estima fez um buraco no chão e foi parar na terra do sol nascente.
Pô, quando ela disse que eu parecia galã dos anos cinqüenta, pensei num Paulo Gracindo, Paulo Autran, ou algum Antonio Fagundes da vida. Mas, Mazzaropi? ...PQP! Mas, até aí tudo bem, para pegar aquele avião eu ia de Mazzaropi mesmo.
O meu fabuloso programa da tarde só veio a acabar, quando ela incautamente, derrubou um livro que tinha na mão. Eu, como um verdadeiro cavalheiro, inventei de abaixar para apanhá-lo. Só que esqueci as recomendações do meu ortopedista sobre minhas artroses e artrites, que quando eu me abaixasse, o fizesse de uma forma bem vagarosa.
Enquanto o livro descia, eu mais que depressa, inventei de pegá-lo na altura dos joelhos desnudos da jovem. Só escutei a frase dela:
-Uau! Que reflexo - você parece um garotão!"
Ouvi esta frase, e mais dois sons. Um som abafado da região da minha coluna que travou no ato, e o som estridente de um prolongado peido, que além de sinalizar a frouxidão do rabo, lembrou-me da intensa dor na coluna. E quem disse que eu conseguia endireitar o corpo, nem chamando o Carvalhão.
Arcado, tentava me endireitar e peidava. Tentava, e novamente peidava. Pô, o pior, que há pouco tinha almoçado num restaurante alemão. Imagina o odor?
A jovem vendo que a situação não reverteria, tirou os dois dedos que apertavam suas narinas, apanhou o celular e discou para o SAMU. Fim de um provável romance...

Você tá rindo por que não foi com você!!!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Da Série "Predestinados"!!

Há sempre alguma coincidência bizarra entre certos acontecimentos. Quando da morte de Lady Di, logo depois o Príncipe Charles foi "descansar" numa região conhecida como Cornuália(???)!!! É meio bisonho, sem dúvida. Agora, com a crise na Ucrânia, o Primeiro-Ministro de nome absolutamente cabalístico, renuncia: Nikolai AZAROV!!! Com um nome desses ele iria a outro lugar senão à renúncia? Seriam duas situações cômicas se não fossem as tragédias dos dois casos.

Foto: G1.com

Ucranianos improvisam proteção em conflitos em Kiev

Opositores do governo decidem manter protesto. Violência deixou mortos e feridos nos últimos dias na Ucrânia.
    Manifestantes ucranianos usam placas de trânsito como escudos improvisados ao lado de uma barricada construída em rua do centro de Kiev
    Pedaço do inferno produzido...

Manifestantes ucranianos usam placas de trânsito como escudos improvisados ao lado de uma barricada construída em rua do centro de Kiev.
 
 

 
 
Dá pra imaginar que essas fotos abaixo são da mesma cidade?
 
...Por um Paraíso!!


 
 

Não se meta a inventor!!



Parábola japonesa

Tem um conto japonês milenar
que é mais ou menos assim: 
Em uma planície, viviam
um Urubu e um Pavão.

Certo dia, o Pavão refletiu:
- Sou a ave mais bonita do mundo animal,
tenho uma plumagem colorida e exuberante,
porém nem voar eu posso, de modo a mostrar minha beleza.
Feliz é o urubu que é livre para voar para onde o vento o levar.

O Urubu, por sua vez, também refletia no alto de uma árvore:
- Que infeliz ave sou eu, a mais feia de todo o reino animal
e ainda tenho que voar e ser visto por todos,
quem me dera ser belo e vistoso tal qual aquele pavão.

Foi quando ambas as aves tiveram uma brilhante ideia em comum
e se juntaram para discorrer sobre ela:
um cruzamento entre eles seria ótimo para ambos,
gerando um descendente que voasse como o Urubu
e tivesse a graciosidade de um Pavão.

Então cruzaram... e daí nasceu o Peru,
que é feio pra cacete e não voa!

Moral da história:

Se a coisa tá ruim, não inventa, porque...
... gambiarra só dá merda.

Aprenda as Sete Lições!!





ASSALTO       (7 LIÇÕES)


Durante um assalto em Guangzhou, na China, o ladrão de bancos gritou para todos os clientes que estavam na agência: "Não se movam! O dinheiro pertence ao Estado, mas suas vidas pertencem somente a vocês!"

Todo mundo no banco deitou-se calmamente no chão. Isso é chamado de "Mudando o Conceito Mental". Mudar a forma convencional de pensar.

Quando uma senhora apresentou-se sobre a mesa provocativamente, o ladrão gritou para ela: "Por favor, seja civilizada, isto é um assalto e não um estupro!"

Isso é chamado de "Ser Profissional" . Concentre-se apenas no que você foi treinado para fazer!

Quando os assaltantes voltaram para casa, o ladrão mais jovem (MBA trainee) disse ao ladrão mais velho (que só completou seis anos na escola primária): "Grande mestre, acho que já podemos começar a contar o quanto nós arrecadamos!"

O assaltante mais velho rebateu e disse: "Você é muito estúpido. Há tanto dinheiro nessas sacolas que vai levar um tempão pra gente contar tudo. Hoje à noite, o noticiário da TV vai informar a quantia total que nós roubamos do banco!"

Isso é chamado de "Experiência". Hoje em dia, a experiência é mais importante do que as qualificações do papel.

Depois que os ladrões saíram, o gerente do banco disse ao supervisor bancário para chamar a polícia rapidamente. Porém o supervisor lhe disse: "Espere, vamos retirar 10 milhões de Yuando banco pra nós mesmos e adicioná-lo aos 70 milhões que já desviamos do banco!".

Isso é chamado de "Nadar a Favor da Maré". Converter uma situação desfavorável em benefício próprio!

O supervisor diz: "Vai ser bom pra nós se houver um assalto a cada mês."

Isso é chamado de "Morte do Tédio". Felicidade pessoal é mais importante do que o seu trabalho.

No dia seguinte, o noticiário da TV informou que 100 milhões de Yuan, foram retirados do banco. Os ladrões contaram e contaram e contaram, mas eles só podiam contar o montante de 20 milhões. Os ladrões ficaram muito irritados e reclamaram: "Nós arriscamos nossas vidas e só levamos 20 milhões de Yuan. O gerente do banco levou 80 milhões com apenas um estalar de seus dedos. Parece que é melhor ser gerente do que ser ladrão!!!"

Isso é chamado de "Conhecimento Que Vale Tanto Quanto Ouro".

O gerente do banco estava sorrindo, feliz, já que suas perdas no mercado de ações foram agora cobertas por este roubo.

Isso é chamado de "Aproveitar as Oportunidades". Ousadia para assumir riscos!

Extraído e adaptado de Conde de Kakflour

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Estão "Fumando" São Paulo!!

O Reinaldo Azevedo, de Veja, chegou a essa clara conclusão, depois do confronto da última quinta-feira  na cracolândia entre policiais, usuários e traficantes de crack. E é aí que entra a militância do PT repudiando a ação dos policiais. (!!!) Excelente a sugestão do Reinaldo, quando lembra que o Fernando Haddad deveria se transferir para a cracoloândia com seus familiares. Vejam abaixo:


A Haddadolândia e o Bolsa Crack — São Paulo, a cidade que está sendo fumada

Homem acende cachimbo de crack (Foto: Silva Júnior/FolhaPress)
Homem acende cachimbo de crack (Foto: Silva Júnior/FolhaPress)
O que aconteceu nesta quinta-feira no Centro de São Paulo, na Haddadolândia, ex-Cracolândia, é muito grave. E não me refiro, é evidente, à ação do Denarc, que prendeu um traficante. Refiro-me é à rapidez com que os petistas, setores da imprensa, ONGs e a Al Qaeda eletrônica petralha nas redes sociais se uniram para criar uma farsa, para inventar uma história que não existiu, a exemplo do que fizeram há dias com o jovem Kaíque, que, infelizmente, suicidou-se pulando de um viaduto. Tentaram criar uma vítima da homofobia. A ministra Maria do Rosário, com irresponsabilidade peculiar, emitiu uma nota acusando o crime que não aconteceu. E não se desculpou depois.
No caso da Haddadolândia, como se sabe, os policiais foram atacados por dependentes — três se feriram. Veículos da polícia foram depredados. Foi chamado o reforço — e é o que tem de ser feito —, e houve confronto. Em nenhum momento, Fernando Haddad ou seu secretário de Segurança, um queridinho de setores da imprensa chamado Roberto Porto, lamentaram o ataque aos policiais. Ao contrário: a Polícia Civil foi tratada como uma força invasora; como se tivesse pisado em território sagrado; como se tivesse cruzado a linha que separa o resto da cidade de uma zona livre para o consumo e o tráfico de drogas.
De maneira ridícula, patética, assombrosa, Haddad reclamou que a Prefeitura não fora previamente avisada da operação, reclamação que Roberto Porto repetiu em entrevista ao Jornal da Globo. E por que ele deveria? Que se saiba, a repressão ao tráfico não é tarefa do município. Na prática, a atual gestão faz exatamente o contrário: põe mais dinheiro nas mãos de dependentes. Em vez de a petezada se mobilizar para vir aqui me ofender, deveria tentar provar que falo mentira; deveria tentar demonstrar que distorço os fatos quando digo que Haddad está dando aos consumidores — que são os clientes dos traficantes — mais dinheiro do que tinham antes. O Denarc, já deixei claro, não tem de avisar a Prefeitura de coisa nenhuma. A ex-cracolândia, atual Haddadolândia, não é um país independente; não é uma região autônoma, embora Haddad queira fazer parecer que sim.
A versão só prosperou porque, quando o assunto é descriminação das drogas e congêneres — e a Haddadolância é hoje uma cidade em que as drogas foram descriminadas, e os viciados, estatizados — não há objetividade possível em amplos setores da imprensa. Aí vários comandos de redação —  incluindo TVs — permitem a mais desabrida militância.
Já está evidente, leiam os posts abaixo, que o Denarc nada mais fez do que cumprir a sua função. Reportagem da Folha de hoje informa que há a suspeita de que policiais do órgão estariam ligados ao tráfico na região. É? Que a polícia se mobilize para prendê-los. Não há evidência de que a operação desta quinta tenha relação com isso.
As visitas
Já vivi o bastante para desconfiar de algumas coincidências. Como deixou claro a delegada Elaine Biasoli, a prisão de traficantes na região é frequente — e nem poderia ser diferente: ali estão os consumidores e o dinheiro. Segundo ela, houve 65 detenções por ali de novembro até 20 de janeiro. Nesta quinta, no entanto, haviam passado por lá três capas-pretas do PT: o ministro Alexandre Padilha e os secretários municipais José de Fillipi Jr. (Saúde) e o já citado Roberto Porto.
Não pensem que os dependentes estão desconectados do mundo a ponto de não saber o que se passa. É claro que eles já perceberam que podem contar, sim, com a Prefeitura — e da pior maneira possível. Haddad resolveu lhes conceder aquele pedaço da cidade. Eles está pouco se lixando para quem mora ou trabalha por ali. Nesta sexta, a Juventude do PT — petista e jovem ao mesmo tempo??? Que coisa velha!!!) — decidiu fazer uma manifestação na Haddadolândia contra a ação da Polícia.
Ora, vocês já sabem qual é o desdobramento prático disso: os traficantes, que são, de fato, os que mandam no pedaço vão se sentir ainda mais livres para enfrentar a Polícia. Haddad, ele sim, está criando um gueto; Haddad, ele sim, está criando uma política de apartheid.
Braços Abertos?
Ridiculamente, setores da imprensa (ver post) endossam a conversa mole de que a ação do Denarc atrapalha o programa De Braços Abertos (o tal que dá salário, comida e casa). Atrapalha em quê? Os traficantes, então, devem ficar soltos? Haddad, já firmei aqui, está querendo encontrar uma desculpa para o que é um fracasso por definição.
Estamos diante de um caso escancarado de degradação do estado de direito. É claro que se decidiu, ainda que informalmente, que a Haddadolândica fica num outro país — num outro mundo, quem sabe… Fico cá a imaginar o que sentirão os proprietários de imóveis da região quando receberem o carnê de IPTU, por exemplo. Estarão pagando um imposto à Prefeitura para viver em meio ao lixo, enquanto o seu patrimônio vai sendo fumado pelos intocáveis de Fernando Haddad. Não é só isso: o prefeito está destruindo um patrimônio material e cultural que é de todos os paulistanos. Na região e seu entorno — que também vai se degradando —, está a melhor infraestrutura da cidade. Também ela está virando fumaça, junto com um pedaço da história da cidade.
É preciso que se tenha muito claro que, enquanto durar essas política, não há recuperação possível para aquela área da cidade. Ainda que Haddad perca a eleição em 2016 — como está longe! —, seu sucessor ou sucessora terá dificuldades imensas para pôr fim a esse programa irresponsável, pautada pela má-consciência dos oportunistas e pela boa-consciência dos ingênuos.
Por que Haddad não se muda para a Cracolândia? Se acha que pais e mães, que moram no Centro da cidade, devem submeter seus filhos àquela rotina, por que não dá ele próprio o exemplo e leva pra lá a sua família? Demagogia? Ora, ele já não andou até de ônibus. Mas atenção! Tem de ficar lá sem escolta armada, como acontece com os demais moradores.
Não deixa de ser eloquente que, nesta quinta-feira, o primeiro figurão petista a visitar a Haddadolândia tenha sido justamente Alexandre Padilha, que é o novo Haddad que Lula tirou do bolso do colete, agora para concorrer ao governo de São Paulo. Quem sabe venha por aí uma Haddadolândia de dimensões estaduais, não é? 
Por Reinaldo Azevedo