sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Mensaleiros e Médicos Cubanos.

O Brasil, que clama por justiça, é o mesmo que joga a Justiça no lixo! Estava vendo uma reportagem sobre as prisões dos mensaleiros e, quando o José Genuíno chegou à Polícia Federal, manifestantes com cartazes gritavam palavras de ordem como "Genuíno, guerreiro do povo brasileiro"!! Aliás, o Brasil é o único País que trata ladrão e moradores de puteiro como Casa do BBB como celebridade! A expectativa é de que todos os condenados se  apresentem até o fim-de-semana. O difícil é acreditar no cumprimento total das penas impostas pelo STF. Uma coisa é certa: de agora em diante político ordinário certamente pensará duas vezes antes de cometer falcatruas a torto e a direito. Vamos aguardar para ver.

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Outra coisa que me chamou a atenção foi a forma com que os médicos da Ilha foram hospedados na minha cidade. Cumprindo "determinações superiores" a médica que veio morar em Mairi, curiosamente não pode residir na casa dos médicos, mantida pela Prefeitura. A informação que obtive é a de que "los hermanos" não podem, em hipótese alguma, dividir moradia com médicos brasileiros(???)! Aí me vem aquela perguntinha que não quer calar: se a medicina de Cuba é tão maravilhosa, por que não permitir que nossos médicos troquem experiências e aprendam com seus colegas da Ilha? Como entender que Professores, por exemplo, fiquem separados, já que a história nos prova que a interação entre profissionais de uma mesma área é de grande valia, justamente porque com a troca de experiências, o conhecimento pessoal se agiganta? Será que o jornalista que levantou a lebre da formação de um "grupo guerrilheiro" nos cafundós do Brasil tem razão? Sinceramente, eu acredito cada vez menos no sucesso desse real tráfico de profissionais que aliás, nem sabemos se são efetivamente médicos, tendo em vista que não foram obrigados a prestarem exames para revalidação dos respectivos diplomas. Por que será que essa exigência foi dispensada? Por que será que a Dilma queria que o médico brasileiro revalidasse seu diploma, ficando mais dois anos após a conclusão do curso de medicina? O fato é que, se o médico se forma em universidade pública e tendo condições financeiras para pagar um curso superior em faculdade particular, a contrapartida deveria ser sim, a obrigatoriedade de servir ao SUS por, no mínimo, dois anos! Aí sim, não teríamos necessidade de contrabandear e escravizar profissionais de outros Países, como está acontecendo.

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