quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Pará: A injustiça da Justiça!!

Lembram do caso daquela menor que ficou presa com 20 homens na mesma cela no Pará? Pois é: a Juíza que mandou prendê-la por pouco não assume a Vara da Infância e da Juventude!!! Pode? Durante 26 dias a menor era estuprada de 5 a 6 vezes por dia. Dá prá imaginar?

03/10/2013
às 18:56 \ Direto ao Ponto

A juíza que assinou o decreto de prisão da menina estuprada na cadeia por 20 machos esteve a um passo de assumir a principal Vara de Crimes contra Crianças do Pará

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Durou menos de 24 horas a ideia de instalar a juíza Clarice Maria de Andrade na Vara de Crimes contra Crianças e Adolescentes de Belém. No decreto publicado nesta quarta-feira, a desembargadora Luzia Nadja Guimarães Nascimento atribuiu a promoção ao “critério do merecimento”. Baseado no critério da sensatez, o Tribunal de Justiça do Pará acaba de revogar a premiação injustificável.
Foi Clarice quem assinou, em 23 de outubro de 2007, o auto de prisão em flagrante da menor L.A.B., encarcerada durante 26 dias numa cela da cadeia de Abaetetuba ocupada por 20 homens. Tinha 15 anos, menos de 40 quilos e um metro e meio de altura. Foi estuprada incontáveis vezes, teve cigarros apagados em seu corpo e as plantas dos pés queimadas enquanto procurava dormir. Acusação: tentar furtar um telefone celular.
Conheça em detalhes a anotação mais vistosa no currículo da magistrada que pune furtos de telefones celulares com temporadas no inferno.






03/10/2013
às 18:45 \ O País quer Saber

Os algozes da menina estuprada na cadeia do Pará estão livres. Ela desapareceu

Publicado em 30 de julho de 2013
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BRANCA NUNES
Em 21 de outubro de 2007, a menor L.A.B. foi presa em Abaetetuba, no Pará, sob a acusação de tentar furtar um telefone celular. Tinha 15 anos, menos de 40 quilos e um metro e meio de altura. Levada para a delegacia da cidade de 130 mil habitantes, a quase 100 quilômetros de Belém, passou os 26 dias seguintes numa cela ocupada por mais de 20 homens. Durante todo o tempo, o bando de machos serviu-se à vontade da única fêmea disponível. Estuprada incontáveis vezes, teve cigarros apagados em seu corpo e as plantas dos pés queimadas enquanto procurava dormir. Alguns detentos, aflitos com as cenas repulsivas, apelaram aos carcereiros para que interrompessem o calvário. Os policiais preferiram cortar o cabelo da adolescente com uma faca para camuflar a aparência feminina. A rotina de cinco ou seis relações sexuais diárias foi suspensa apenas nos três domingos reservados a visitas conjugais. O tormento só acabou com a intervenção do conselho tutelar, alertado por uma denúncia anônima.

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