sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Depois eu é que implico: a volta!!

Senhores, apresento-lhes algumas pérolas, diretamente do Planalto Central, fonte inesgotável do Saber. Direto da Veja e do blog do Augusto Nunes:

02/08/2013
 às 7:22 \ Sanatório Geral

Doutora em cidades

“Mas eu queria dizer para vocês que isso é extremamente importante. O censo de 2010 mostrou uma coisa importantíssima: mostrou que não só nós temos um grande crescimento urbano naquelas regiões, no Sudeste – já se sabia –, mas que há um imenso crescimento nas cidades médias, as cidades entre 200 mil e 2 a 3 milhões de habitantes”.

Dilma Rousseff, no já histórico Pronunciamento de Fortaleza, revelando que o neurônio solitário, ao fim de demorados estudos, consultas e reflexões, descobriu que as grandes cidades estão crescendo em vez de diminuir.
Essa veio do Rio:
02/08/2013
 às 5:18 \ Sanatório Geral

O ministério que faltava

“O Rio sempre foi um cemitério de governantes. O Sérgio Cabral, até hoje, era uma exceção”.

Eduardo Cunha, líder do PMDB na Câmara e, pelo visto, candidato a chefe da Secretaria Especial de Assuntos Funerários, com status de ministro.
Outra do Rio e, pelo visto, novo discípulo do petralha Lula:
01/08/2013
 às 23:58 \ Sanatório Geral

Não tem cura

“Não havia nenhum tipo de protocolo de uso de helicópteros. No Rio de Janeiro, fizemos uma pesquisa para saber onde havia uso protocolado, com regras para uso de helicóptero. Não havia regras. Jamais exagerei, sempre fui pautado pela orientação do gabinete militar”.

Sérgio Cabral, informando que, assim como não sabia que eram imorais as farras da Turma do Guardanapo e as relações incestuosas mantidas com empresários cariocas, jamais poderia imaginar que não deveria usar o helicóptero do governo para levar a mulher, os filhos, os amigos dos filhos, as babás dos filhos e o cachorro Juquinha para passar o fim de semana em Mangaratiba.
Outra do "Serginho" e o seu Juquinha:
01/08/2013
 às 20:53 \ Sanatório Geral

Tem limite

“Sem dúvida, cometi erros de diálogo. Da minha parte faltou mais diálogo, capacidade de entendimento e de compreensão. Não sou uma pessoa soberba, que não está aberta ao diálogo. A democracia para mim é um bem intangível, imaterial e inquestionável que o Brasil conquistou”.

Sérgio Cabral, informando que até aceita conversar com os manifestantes que não param de gritar “Fora Cabral”, desde que não tenha de renunciar aos passeios com o cachorro Juquinha a bordo do helicóptero patrocinado pelos pagadores de impostos.


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