sexta-feira, 8 de março de 2013

Eloqüência de dar inveja!

Não estranhem o "erro" do título: o trema. Não consigo pronunciar palavras como "lingüiça", "cinqüenta", "agüentar" ou "tranqüilo", sem esse acento. Compare se as pronúncias destas outras, também com as letras "gu" e "qu" soam iguais: "taquígrafo", "enquete", "quilo", etc. Por isso, obrigado pelo tal Novo Acordo Ortográfico mas fico com o bom e velho Português. Ih! Achei outra palavra com "gu" e que não tem o querido "trema", mas a pronúncia também é diferente das "antigas" acentuadas!! Meu velho Português eu devo ao domínio pleno da matéria, à capacidade e facilidade de transmitir a Matéria para os alunos na querida CNEC, da melhor Professora de Português de Mairi, na minha opinião, Profª. Diná Leal!! Essa sabe "onde as cobras dormem", ao contrário de tantas outras professoras que conhecemos... Mas o assunto desta postagem é outro: a "eloqüência" da nossa Presidenta, em trechos de discursos publicados na coluna do Augusto Nunes, de Veja.com. Sabemos que a arte da oratória pode ser aprendida. Escrever, também. Mas por que algumas pessoas teimam em fazer discurso de improviso se não tem capacidade para tal? Por que não recorrer à leitura do discurso bem elaborado em vez de mal improvisar? Talvez o ego de alguns não permita esse reconhecimento. Dá no que dá. Enquanto isso, "nóis se adiverte aos mói"!

1ª Pérola:
08/03/2013
 às 4:42 \ Sanatório Geral

Neurônio em combustão

“Eu presenciei movimentos de mulheres muito significativos, e a mulher que, durante muito tempo, mesmo no movimento sindical, foi vista como dependente, ela encontrou, nas grandes organizações dos trabalhadores, seja do campo como da cidade, ela encontrou um momento especial, um momento de se tornar protagonista, e eu tenho certeza que a mulher protagonista é essencial no Brasil”

Dilma Rousseff, confirmando que a mulher mais importante do Brasil não consegue dizer coisa com coisa sobre o Dia Internacional da Mulher.
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2ª Pérola:  
08/03/2013
 às 1:14 \ Sanatório Geral

Gênio da raça

“Foram 50 anos de uma história de lutas e, como eu disse outro dia, nós estamos aqui – o meu governo está aqui, o governo do Lula esteve aqui – porque vocês estão aí”.

Dilma Rousseff, no 11º Congresso Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, em Brasília, explicando que estava lá porque a plateia estava ali.
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3ª Pérola:  
07/03/2013
 às 22:56 \ Sanatório Geral

Mim presidenta, você governador

“Eu considero que essa reunião é uma reunião extremamente importante porque nela nós estamos discutindo uma das questões mais importantes do Brasil, apesar de termos prefeitos, governadores e Executivo federal, Presidência da República, funções distintas na Federação, nós temos consciência que temos uma função em comum, que é o desenvolvimento do país e a garantia de condições de vida melhores para o povo brasileiro e de mais oportunidades para ele”.

Dilma Rousseff, na abertura de reunião com governadores e prefeitos no Palácio do Planalto, internada por Celso Arnaldo ao demonstrar em dilmês de conclave que está começando a aprender, mas ainda não muito, as diferenças entre presidente, governador e prefeito.
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4ª Pérola:  
07/03/2013
 às 20:54 \ Sanatório Geral

País rico é país inexistente

“Não existe Brasil, e quero dizer pra vocês, também não existe governo federal, não. Nós não fazemos um metro de tubulação, nós não fazemos uma, mas nem meia, nem meio trecho de pavimentação de rua, não fazemos nada de mobilidade, mas nós podemos ajudar trabalhando juntos. Ajudar governadores e prefeitos, e é isso que é a ideia central que nós fizemos hoje, ajudar vocês”.

Dilma Rousseff, em dilmês confessional, no fecho de seu discurso para governadores e prefeitos no Palácio do Planalto, capturada por Celso Arnaldo ao chocar a plateia de aliados com um surpreendente surto de sinceridade depois de 36 intermináveis minutos de inaugurações de promessas mirabolantes.

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