sexta-feira, 22 de março de 2013

"De Volta ao Futuro"!

Estou parecendo um colegial! Aliás, parecendo não, eu SOU um colegial novamente. Voltei a estudar no meu querido Colégio Abelardo Moreira. A sala foi dividida em equipes de 5 componentes para um trabalho de Filosofia, tema em evidência. Eu e a minha equipe escolhemos, por unanimidade, a posse do  novo Papa. O nosso professor nos chamou a atenção para a complexidade do tema que envolve toda Igreja Católica, desde seus primórdios. E aí é que são elas: os primórdios da Igreja Católica são tenebrosos. Subdividimos o tema em cinco subtemas e fizemos o sorteio para as pesquisas. A mim coube a Santa Inquisição. Meu Deus, eu conhecia um pouco da Inquisição mas, quando me aprofundei nas pesquisas, fiquei boquiaberto com tanta crueldade gratuita!! E o espanto é que tudo era feito não em nome de DEUS, como fazem os Muçulmanos com Alah! Não! Era tudo com a finalidade de reinar soberana e fazer fortuna com o infortúnio daqueles que eram julgados como "Bruxos". Os condenados não tinham direito a defesa e suas riquezas eram confiscadas pelos inquisidores e repassadas ao Papa! Os delatores recebiam também seu quinhão. "A caça às bruxas tornou-se uma atividade muito lucrativa na Idade Média", constatou a pesquisa. Mas estou adorando: fico acordado até as tantas queimando a mufa nessa pesquisa. É por demais rica em detalhes, inclusive com desenhos e fotos das ferramentas usadas para torturar os condenados. Vejam abaixo, alguns "brinquedos" usados pelos inquisidores: (confesso que fiquei realmente chocado!) 

Cadeira de Pregos. Além do peso do corpo, tiras de couro puxavam o corpo da vítima para baixo e em direção ao encosto.

Dama de Ferro: a vítima era colocada dentro dessa urna e tinha o corpo perfurado por esses espinhos de aço. O detalhe é que esses espinhos NÃO atingiam órgãos vitais. Assim, o sofrimento era prolongado, para o delírio da platéia.

Gaiola Suspensa: a imagem diz tudo!

Esse "rastelo" era usado para rasgar as costas, barriga e órgãos genitais das vítimas.

Quebra-joelhos: dá pra imaginar o sofrimento causado.

Berço de Judas: a vítima era suspensa bem acima da ponta da pirâmide e solta de vez. A intenção era perfurar o ânus, vagina e a bolsa escrotal.

Pêra: inspirado na fruta do mesmo nome, sua função era provocar o maior sofrimento possível. Era introduzido na boca, vagina e ânus e faziam o instrumento expandir até quanto quisessem.

Empalação: consistia em enfiar uma estaca no ânus da vítima e, a golpe de marreta, fazer o pedaço de madeira penetrar nas suas entranhas. Depois, o condenado era deixado agonizando até morrer.

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