sábado, 16 de fevereiro de 2013

Chuvisco, meu "Dímon"!

Esse é D. Chuvisco, meu "Dímon"!


O sujeito até parece artista de Tv com pose e tudo!!
O SBT me surpreendeu ontem e hoje: rodou dois filmes muito bons. O de ontem, sexta, foi um "Cowboy" com espionagem e armas químicas e maldições. Seu título: "Jonah Rex, o Caçador de Recompensas" Muito interessante. O enredo é meio manjado: um soldado é considerado desertor após matar o próprio comandante, filho de um poderoso militar. Passa a ser procurado por todos os Estados Unidos. Aí, esse poderoso militar  se revolta contra o "Tio Sam" e passa a saquear as instalações militares e trens que fazem o transporte de materiais bélicos, inclusive uma arma 400 vezes mais letal que a bomba de Hiroshima. Aí o desertor passa a ser a única esperança do Exército  Americano e o Presidente manda que o "convoquem". Ele consegue destruir a ameaça a "Tio Sam", recebe sua recompensa e é indultado!! O de hoje "A Bússola de Ouro", filme britânico nos moldes Harry Potter, foi também muito interessante: mundos mágicos, reinados de ursos polares, bruxas que se teletransportavam e moravam nos céus e as pessoas da Terra tinham um "Dímon", ou seja, uma outra parte como se fosse a sua alma, mas que era materializada em forma de qualquer animal que a pessoa quisesse. E eram inseparáveis, como deve ser o corpo e a alma. Só que naquele "mundo" os dois existiam, reais e materializados e estavam sempre juntos. O "Dímon", dependendo da situação, podia se transformar no animal que quisesse para defender ou simplesmente ajudar a encontrar algo em lugares minúsculos para seu "dono". Podia ser uma Onça ou um ratinho bisbilhoteiro. A trama do filme é que uma sociedade do mal raptava todas as crianças que encontrasse e as levava a uma espécie de laboratório e ali os dois (criança e "Dímon") eram separados, precisando para tanto, apenas uma pequena incisão no humano. As máquinas fariam o resto. Só que aí as crianças e os "Dímons" morreriam, porque, como corpo e alma os dois não poderiam se afastar um do outro. Mas a heroína, uma criança, impediu. Bom, após o filme fui ver se Chuvisco tinha comido alguma coisa. Desde a manhã que ele estava super brincalhão, alegre, mas não comeu nada do que dei. À tarde comprei "Pedigree" caro como a zorra e botei no pratinho... Nada! Foi aí que no final do filme Amélia apanhou as toalhas para tomarmos banho e ele começou a fazer-lhe festa na sua "cobertura", o avarandado. Ela vendo a comida intacta, apanhou alguns grãos e começou a jogar para cima um a um e o sujeito abocanhando todos vorazmente. Percebendo que havia acabado a ração da mão de Amélia o meu Dímon" correu para o pratinho e "croc...croc...croc..." comeu até se fartar. Conclusão: Chuvisco só pode ser meu "Dímon"! Afinal, como ele eu também adoro ser paparicado!! Pense num "trem bão!!"

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