quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Apologia ao mau caratismo!

Reparem na fala de João Paulo Cunha, quando se refere a Getúlio Vargas!! Além de cínico, covarde. O Getúlio pelo menos teve coragem de atirar contra o próprio peito... Canalhas!!


Fernando Gallo, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Os quatro petistas condenados no processo do mensalão foram homenageados nesta quarta-feira, 6, em um evento que reuniu diversos parlamentares e militantes petistas em São Paulo. A comemoração dos 60 anos de militância do ex-deputado Ricardo Zarattini transformou-se em um ato de desagravo a José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno e João Paulo Cunha, todos presentes à festa.
Do deputado Ricardo Berzoini (PT-SP) ouviram  "os ataques que sofrem não são para eles, mas para a militância do PT". Pelo filho do anfitrião, deputado Carlos Zarattini (PT-SP) foram tratados como "homenageados da noite". "Todos eles têm e vão continuar tendo um importante papel na nossa vida".
João Paulo fez a fala mais inflamada da noite, e comparou a "campanha que tem hoje" às promovidas para desestabilizar os presidentes Getúlio Vargas e João Goulart.
"Teve um presidente vitimado pelo mesmo tipo de campanha que tem hoje", disse ele. "Ela levou Getúlio Vargas a dar um tiro no peito. Ele não suportou e teve que se matar. E o que os poderosos fizeram com João Goulart?  Depuseram e colocaram a ditadura".
O deputado disse que as campanhas foram promovidas por "essa mesma imprensa, pelas mesmas forças que hoje se opões ao nosso projeto", e afirmou que o mensalão deveria se chamar "mentirão".
"Quem não entender isso entenderá o dia em que arrebentarem as cinco pontas da nossa estrela. Entenderá que o objetivo eram todos nós, principalmente o presidente Lula".
Genoíno sustentou que algumas pessoas os odeiam "porque a gente tem esperança e a obrigação do dever cumprido".
Já Delúbio Soares recomendou aos presentes que não perdessem "a perspectiva da luta de classes" e disse que "a luta muitas vezes exige um combate desigual, mas nós vamos lutar e vencer".
José Dirceu fez um discurso quase apolítico, e preferiu apenas homenagear Zarattini.


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