quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Enfim, os esclarecimentos!

Demorou: 55 minutos mas o Gildásio, técnico da 16ª Dires e que trabalha na Vigilância Epidemiológica daquela unidade, finalmente conseguiu explicar a exata diferença entre "surto" e "casos isolados" de uma doença. Eu ouvi a entrevista concedida à Mairi Fm hoje e confesso que em alguns momentos dei risadas. Não foram risadas de descaso mas pela visível preocupação do rapaz em passar as informações da forma mais clara possível, mas, como eu, a oratória não é muito seu forte. Acho que nos expressamos melhor escrevendo. Num dos trechos que dei risada foi quando aos 04,05 minutos da entrevista, ainda meio nervoso e querendo esclarecer as coisas, ele falou que a menina, que estava consciente e falando o tempo todo, "faleceu de forma consciente...(??) É claro que entendi perfeitamente. Só achei meio engraçada a observação. Pelo menos foi a pessoa certa para "traduzir" aquela famigerada "Nota Técnica" da Divep! Algumas pessoas podem estranhar o meu questionamento quanto aos esclarecimentos porque trabalho na SESAB, mais exatamente na Diretoria de Vigilância Sanitária e Ambiental e tive passagem pela 16ª Dires. Não tenho conhecimento algum da área sanitária ou epidemiológica. Sou motorista. Exatamente por essa condição me coloquei como mais uma pessoa ignorante dos aspectos de surto ou epidemia. Epidemia seria muito exagero, convenhamos. Que bom que as coisas foram esclarecidas. Só outra observação que a acompanhante de Gildásio colocou, foi sobre as condições de instalação desse "posto de vacinação" que se pretendia instalar em Mairi. Ocorre que a médica e proprietária da Clínica de Vacinas de Feira de Santana certamente tem conhecimento das suas responsabilidades para com seus pacientes. No caso de pânico, que graças a Deus não ocorreu, a Vigilância Sanitária da 16ª Dires teria como impedir o funcionamento mesmo que inadequado do "posto avançado" de vacinação? Alguém da Visa da 16ª Dires já embargou um hospital de campanha da Cruz Vermelha, por exemplo, por falta de "Alvará Sanitário?" Com isso eu quero apenas traçar um paralelo entre as duas situações. Se houvesse e ainda bem que não houve um surto de meningite, a população estaria como numa guerra. Ou não?

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